Mister Bardas — Crónicas de um Bon Vivant

 

 

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José Manuel Pinto (Singa) Luso-Angolano de 66 anos, natural de Luanda, completou o antigo 5.º ano em Angola, mudando-se depois para a antiga Jugoslávia onde se especializou em Shipping, após esta especialização foi viver 3 anos para Singapura até definitivamente abraçar o nosso País e viver entre Lisboa e a sua amada Angola.

Muitos foram os desafios que tive que superar, mas o sonho e atitude despertaram em mim a felicidade e motivação no orgulho que sinto da condição humana.

Para si que neste momento está lendo, nunca desista de sonhar e de ter atitude.

Publicações:

Singapura por Ceca e Meca……………………………………..Literatura de Viagem

Amável Pergunta — Crónicas de um Assimilado…………Crónicas

C.I.R. — Sangue do Povo………………………………………….Memórias e Testemunhos

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NOTA DO JORNALISTA da RDP

(António Silva Santos)

Tenho ao longo dos 3 últimos anos sido um privilegiado por ter passado a conhecer e privado com o escritor e compatriota, José Manuel Pinto (Singa).

Na minha tradição oral Nganguela (grupo étnico maioritário na província do Cuando-Cubango, no extremo-sul de Angola), os mais velhos são bibliotecas vivas pela experiência de vida, por essa razão considero-me um sortudo por poder conviver e sobretudo ouvir do meu amigo conselhos que reforçam a minha visão sobre a vida.

Posto este breve reparo é importante sublinhar que este livro “O Bardas” transporta ao leitor para um enredo com personagens fictícias, mas inspiradas em gente que ainda está viva.

Os personagens relacionam-se na cidade do “Triângulo”, urbe semelhante ao antigo (Bairro Operário de Luanda).

É nesse contexto que se move e interage “O Bardas”, polícia que não dispensa um bom “chamego” de uma profissional, mas homem carente que equilibra as suas emoções impondo à risca o papel de autoridade.

Já “Dona Idealiza” gere emoções, vendendo sexo à elite da cidade do “Triângulo”, sabe tudo sobre todos, tem poder, mas não se sobrepõe ou desrespeita “O Bardas” e seus correligionários.

O livro permite-nos viajar por uma ficção quase real, já que gente boêmia e as “Casas de Alterne” continuam a existir com mais ou menor sofisticação.

Para a época da narrativa, o autor desconstrói o poder de um polícia negro face aos condicionalismos da colonização, ao revelar com a estória que “O Bardas” fica refém da sua condição de colonizado e tem de aceitar a gravidez e o filho que a sua mulher concebeu com um homem branco.


PREFÁCIO:

Pediu-me o autor faz algum tempo uma breve e curta introdução ao seu livro de crónicas curtas e algumas “estórias” lá dentro.

Depois de nos surpreender e deliciar com “Singapura por Ceca e Meca”, “Amável Pergunta — Crónicas de um Assimilado” e “C.I.R. Sangue do Povo – Memórias e Testemunhos”, José Manuel Pinto, criativo autor angolano e cidadão do mundo, oferece-nos agora o reforço da faceta de cronista e exímio contador de histórias/estórias. Na verdade, uma arte que não é para todos. Atento aos detalhes e pormenores do quotidiano angolano e do que lá observa, partilha connosco descontraidamente o seu olhar mordaz e irónico , quase falcónico dessa realidade.

Depois, há aquela capacidade única que possui de nos pôr a rir que também não é para todos, sobretudo aquela de nos rirmos de nós próprios.

Crónicas curtas de inegável qualidade que retratam bem realidades distantes mas não tão distintas das que o nosso olhar observa no quotidiano, com os dramas e comédias da vida humana. Indiscutivelmente,temos em nós o divino , o eterno, o temporal, o trágico e o cómico(todos juntos); somos afinal humanos.

Os temas alinhados e organizados em anotações Bardas, são variados, contam-se, nomeiam-se e destacam-se figuras típicas dos lugares em que habitam e se embrenham as curtas crónicas com conclusão. As fotografias enriquecem-nas. Embrenham-nos e vão desfilando e deslizando temáticas variadas da sociedade angolana e quiçá global como o “Incesto”, a “Ostentação”, o” Mala-posta”, o “Penetra”, o “Trio Chupão”, o“Mosaico / Carnavalesco (Festas Municipais), o “Bambino”, as “Manas/Aleijadas” e finalmente , o “Soba”.

Em todas as “estórias” dentro das crónicas profundas habita e “acorda” também um humor subtil, inteligente e ao mesmo tempo realista, com descrições suscintas da realidade e das situações.

Por fim, numa preocupação / atitude didáctico- pedagógica , o autor, inclui um glossário final explicando o significado dos termos das outras línguas nacionais/locais de Angola. Palavras que nos ficam na retina.

A inclusão da letra de uma canção carnavalesca , não deixa de ser curiosa com um melodioso e curioso verso de alerta “O povo brinca o carnaval/O povo brinca o carnaval/Mas cuidado/Não brinquem com o povo”.

Não deixa de ser uma enorme honra e um privilégio deixar nesta nota introdutória ao livro, uma palavra de apreço fraterno ao autor, que prefacio pela segunda vez e que com estima este “irmão Índico” vê crescer num percurso vertiginoso, voluntarioso e prolífico.

Bayete confrade e que a inspiração não o abandone jamais!!!

Delmar Maia Gonçalves

(Escritor/Poeta e Coordenador Literário da Editorial Minerva)


 

Mister Bradas – Crónicas de um Bon Vivant
Autor: José Manuel Pinto

CRÓNICAS
Edição: JULHO de 2019
Páginas: 64
Formato: 15,5 x 17,5 cm
ISBN: 978-972-591-913-2
Preço: 10,00€

 

 

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Dissonâncias

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Luis Ochoa_FotoLuís Duarte Batista Ochoa nasceu no Huambo, antiga Nova Lisboa, Angola, em 1970.

Em 1975, na altura da guerra colonial, vem para Portugal, radicando-se na terra de seus pais em Trás-os-Montes.

Após a escola primária, frequentou o seminário diocesano de Nossa Senhora da Encarnação, em Vinhais, e S. José, em Bragança, onde concluiu o ensino secundário.

Licenciou-se em Português, Latim e Grego na Universidade de Aveiro. Desde aí, tem estado dedicado ao ensino, no entanto, a escrita sempre o tem acompanhado, conectando o seu quotidiano como uma nova forma de Vida, depois do primeiro livro Inversões, presenteia agora o seu público, com a sua mais recente obra “prima” Dissonâncias, uma viagem poética, pela própria alma, coração e reflexão, compre já o seu bilhete de ida, com a garantia que, no regresso não voltará a mesma pessoa.


POEMA


NOTA DO AUTOR

Quando me debruço nos versos que os meus olhos escutam, teimosamente me questiono se o poeta mora ali, se é real a vivência acesa, muitas vezes em vestes de penúria nua e crua, ou se tudo não passa de um sentir bem para lá dos registos deveras vividos, o espraiar da imaginação que se alastra no comando de um devaneio desprovido do que realmente existe. Por isso, decidi beber um copo e trocar dois dedos de conversa com os sentires de quem fala na trova estatelada em cada folha de papel. Sei que nos encontramos. Era o final da tarde. Ainda me lembro do encontro perigoso que nos reuniu numa mesa de café. Sentamo-nos como se ambos nos proibíssemos. Estranhamente, ou não, nos olhamos, olhos nos olhos. Um silêncio perpetuado entre a confusão interna que nos escutava, e olhavamo-nos, demoradamente, constrangidos, talvez, mas olhavamo-nos como se duas almas consubstanciadas bebessem o mesmo vinho no mesmo copo. “Quem és tu?”, alguém questionou, não sei bem quem, mas recordo-me, ainda ouço a voz trémula de inquietude, como se a ousadia corresse nas veias obstinadas de insolência, “sim, quem és tu?”. Um silêncio espelhado em dois olhares que se fundiam numa absorção nítida de um conhecimento de transparência que se ocultava em gestos de perturbação. Frente a frente, o poeta e um Eu entre olhares que se fechavam, pálpebras cerradas, mas olhos cada vez mais videntes na clareira difusa no ar claro e vivo. Sei que alguém puxou por um cigarro. Não sei bem se fui eu. Ou melhor, tenho quase a certeza de que fui eu – eu mesmo, e se não fui, os gestos pouco ou nada se distanciavam da realidade de que me conheço. Do outro lado, um eu espelhado em mim, ou eu nele, mas ambos escondidos fora de nós, e era como se nos víssemos espalhados na fumaça perdida na brisa que nos levava unidos, dois pensamentos unos, como se um cordão umbilical nos atasse misturados.

Afinal, não sei se o poeta mora aqui nos versos de um eu que se revela pela escrita, levando nas palavras a interioridade, ou se o eu e o tu estão sentados numa cadeira apenas, bebendo um vinho claro num só copo sobre a mesa que os uniu numa conversa íntima de realidades irreais. E o que ficou? A permanente e eterna dúvida: será que o poeta mora aqui?


FOTO - POESIA 2

FOTO - POESIA 1


 

Dissonâncias
Autor: Luís Ochoa

POESIA
Edição: MAIO de 2019
Páginas: 192
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-972-591-914-9
Preço: 15,00€

 

O Consumo de Pescado e a Internacionalização do Sector das Pescas em Portugal

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António Duarte Pinho (1951) Natural de S. Pedro do Sul/Viseu Licenciado em Economia pelo ISE/ISEG em 1974

Inspetor-Geral dos Jogos de Macau • Diretor-Geral da Economia de Macau • Administrador Delegado dos Jogos da Santa Casa • Técnico Superior da ex-Direção Geral do Comercio Externo • Subdiretor-Geral das Pescas e Aquicultura (4 vezes) • Ex-Presidente da Docapesca, Portos e Lotas S. A. • Conselheiro para as Pescas e Política Marítima Integrada na REPER/Bruxelas • Conselheiro para a Agricultura e Pescas na Embaixada de Portugal em Roma • Presidente de Grupos de Trabalho do Conselho da UE • Assessor do Secretário de Estado das Pescas •

Autor do livro “Pescas nacionais: Pedaços de uma década perdida”, editado em 1998


NOTA AUTOR:

Com esta publicação apresentamos um balanço dos resultados dos mais de 33 anos que levamos de adesão à atual União Europeia nas diferentes áreas das pescas nacionais e, por outro lado, analisamos e caracterizamos o enorme dinamismo que tem vindo a marcar a evolução recente dos mercados das 21 principais espécies de pescado que se consomem em Portugal.

Neste trabalho pretendo dar o meu testemunho, enquanto participante ativo em todo esse processo de transformação, que já conta mais de 33 anos, caracterizando e fazendo um balanço, de todo o período pós adesão à CEE em matérias de Pescas.

Para além disso identifico e quantifico com o rigor possível, o que é feito pela primeira vez em Portugal, a realidade dos nossos superconsumos de produtos da pesca, onde somos o 3.º a nível mundial, analisando os mercados das 21 principais espécies que são consumidas em Portugal, desde o bacalhau ao biqueirão.

Lamentavelmente os nossos consumos são maioritariamente de produtos importados (2,1 mil Milhões de euros), mas que, em parcelas crescentes, vão sendo transformados internamente e, depois, parcialmente exportadas (1,1 mil Milhões de euros).


INTRODUÇÃO:

A principal motivação que presidiu à elaboração da presente publicação foi ditada, principalmente, pela necessidade sentida pelo autor de “transmitir” alguns conhecimentos adquiridos no setor na altura em que vai passar à sua reforma da função pública.

Mas também pela constatação que o setor das pescas, no seu conjunto e com todas as suas especificidades, “merecia” um pouco mais de esforço, incluindo o esforço refletido neste estudo, para a divulgação de alguns aspetos das realidades prevalecentes nas pescas, após mais de 32 anos de adesão à então CEE, hoje a União Europeia.

Esse esforço passou aqui pela necessidade de enfatizar aquilo que permaneceu sem grandes alterações, decorridos que estão todos esses anos e, sobretudo, de destacar as muitas alterações registadas e as novas realidades que entretanto se foram construindo e consolidando.

Um esforço assente na apresentação das múltiplas facetas do setor, duma forma que se pretende seja “leve”, mas deliberadamente quantificada, que permita realçar algumas das muitas especificidades e curiosidades existentes.


PATROCÍNIOS:

Patrocinios - António Pinho


 

O Consumo de Pescado e a internacionalização
do Sector das Pescas em Portugal
Autor: António Duarte Pinho

ESTUDOS / TEMÁTICOS
Edição: FEVEREIRO de 2019
Páginas: 136 Ilustradas
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-972-591-910-1
Preço: 15,00€

 

4+4+1 Sonetos a Afrodite

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Não foi preciso entrar no universo dos poetas, porque sempre a ele pertenci. Porém, só agora, tarde da vida, entro no mundo dos autores publicados. E entro, com estes “Sonetos a Afrodite”, sob o pseudónimo de Bartolomeu Reis.

Outros livros, outros poemas, aguardarão a sua vez.

Bartolomeu Reis, como eu próprio, nasceu na Freguesia de Assentiz, Torres Novas, no ano de 1948. Mas foi em Lisboa, onde tem a sua morada, que se formou e assumiu o nome.

Ainda assim, nunca esqueceu o facto, determinante para a construção da sua personalidade, da sua estada no campo. Das longas férias de verão, passadas em casa dos seus tios e das suas primas, Ilda e Filomena, queridas como irmãs, na Quinta do Paraíso, próxima de Arruda dos Vinhos.

BIOGRAFIA DO AUTOR:

Licenciado em Artes Plásticas (ESBAL).

Desenhador/ilustrador na Editorial Notícias de 1969/ 1976.

Designer de Publicidade na Wyeth-Instituto Pasteur de Lisboa de 1976/ 1992.

Professor de Educação Visual, Geometria Descritiva, História de Arte, de 1992/2010 na

Escola Secundária Alfredo da Silva, Barreiro


PREFÁCIO:

Os poetas revelam-se na generosidade com que se dão aos outros”

DMG

A poética de Sena reencarnada

em sonetos de Reis

4+ 4 + 1 SONETOS A AFRODITE

Este reencontro com os sonetos do hermético Jorge de Sena nos sonetos eróticos de Bartolomeu Reis, ambos cidadãos do mundo, ambos vorazes leitores, ambos amantes e fazedores da poesia (essa imensa solidão, nas palavras do poeta), ambos extremamente exigentes, até à medula, poesia recheada das coisas boas que nos proporciona, nomeadamente as visões de anjos tocando flautas no universo ou de ninfas e deusas que nos atordoam o olhar e nos preenchem as paisagens por vezes cheias e por vezes vazias de beleza e espanto.

Outra poesia nos surge como quem não bate à porta nos traços do inevitável artista Reis, com desenhos eróticos de beleza arrebatadora.

Uma poesia visual que nos delicia o olhar e a carne em paisagens bucólicas e angelicais que nos fazem sonhar acordados.

Bem se pode dizer que em ambos os autores não se identificam escolas literárias, mas uma constante busca filisófica e estética. Na verdade, apropriaram-se de todas as influências que bem lhes aprouveram e buscam incessantemente a liberdade de criar e a sua aura essencial.

Já dizia o mestre Sena: “Se for um poeta de verdade, meu caro, o melhor é com efeito não escrevê-los, e deixar de o ser. Porque a única alternativa é pavorosa ou prostituta, dando à cauda entre as madamas; ou monstro solitário sangrando os dentes na treva ainda quando só tenha visões de anjos tocando flautas, numa apoteose (ou epifania, que é mais elegante, e era exactamente o que Joyce dizia)”.

Estes textos poéticos apresentam como principal fulcro motivacional os aspectos passionais do amor e tudo o que diga respeito a Eros, tudo longe de Platão, mas perto da filosofia, pois a erótica nunca atinge um tono agressivo numa linguagem francamente mais conotativa.

O amor pode sem dúvida engrandecer-nos ou destruir-nos e a mulher é o seu território sagrado.

Neste caso, a força telúrica do verbo, a sua gigantesca riqueza semântica e o inconformismo criativo de ambos, denunciam que os ventos lhe são francamente favoráveis no vasto campus eroticus literário.

Foi e é esse inconformismo que os moveu, move e moverá no acto criativo como dizia Sena: “Fere-me esta idolatria mais que todos os crimes: tanto fervor desviado e perdido/tanta gente ajoelhando à passagem do tempo/e tão poucos lutando para lhe abrir caminho”.

Elucidativo, sem dúvida.

Depois, há esta constatação realista e nada presunçosa do mestre que “…Ou a contraprova de que, individualmente, ninguém vale para além do orgasmo, ou do olhar de simpatia, ou do gesto de ternura”.

A poesia é (como sabeis), de longe, pelo menos para os poetas, a linguagem de maior potência de significação (“a mais condensada forma de expressão verbal”, dizia Pound).

Delmar Maia Gonçalves

Escritor/Poeta, Coordenador Literário da Editorial Minerva e Presidente do CEMD


ARTE do AUTOR

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4+4+1 Sonetos a Afrodite
Autor: Bartolomeu Reis

POESIA
Edição: JANEIRO de 2019
Páginas: 52
Formato: 17 x 24 cm
ISBN: 978-972-591-890-6
Preço: 15,00€

 

Barroco Permeável

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NOTA BIOGRÁFICA:

Promotor de liberdade do pensamento intelectual, Fernando Guilherme Azevedo nasce em 1960, em Lisboa.

Em 1977, com 17 anos de idade inicia a atividade poética e literária, embora se considere maioritariamente mais com alma de poeta do que de prosador.

Publica, tardiamente, em 2000, um livro de poesia. No mesmo ano, marca presença numa antologia e em duas coletâneas (uma delas de contos). As três últimas edições foram da responsabilidade da “Editorial Minerva”.

Só em 2005, publica de novo, desta vez uma obra em prosa.

Esta mais recente obra, amada ou odiada pela sua linguagem vernácula e controversa, mas que é considerada pelo autor a sua obra-prima.

Surge em março de 2018 uma nova obra poética intitulada “Memória de um sopro” que, segundo o autor, é o retrato, em poesia, de uma relação conjugal com as suas vertentes de erotismo, sexualidade, nascença de um filho e separação do casal. Tudo isto refletindo a conjugação carne espírito e temporalidade atemporalidade do amor.


SINOPSE DO AUTOR:

O enredado retorcido da coluna barroca torna-se permeável a uma bátega suavizada, mas agreste, de água. São alguns dos mistérios de “Barroco Permeável”.

O “Tempo”, o “Poema” são enredados retorcidos a cruzar-se com a rudeza da água que se bebe em “Doutores de pastelaria”.

A “Mãe” é a Mãe dos tempos, mas por eles abandonada porque leite materno existe só um – Poesia…


NOTA CONTRACAPA


 

Barroco Permeável 
Autor Fernando Guilherme Azevedo

POESIA
Edição: Novembro de 2018
Páginas: 72
Formato: 14,5 x 21cm
ISBN: 978-972-591-908-8
Preço: 12,00€

 

Passam as Ruas por Mim

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FOTO AUTOR_LOWPaulo Sena, nasceu a 25 de Março de 1967 em Vila Nova de Poiares, Coimbra, Portugal.

Foi operário fabril, locutor de rádio e empresário.

Em 2016 cumprindo o sonho da sua vida, publicou o primeiro livro de poemas: “SENAS DA VIDA” o qual reeditou por 4 vezes.

Em Agosto de 2018 é lançado o segundo: “LÊ-ME” que esgotou rapidamente avançando para nova edição também.

Os seus livros estão espalhados por vários países e continentes na sua maior parte para as comunidades portuguesas.

Com cerca de 1.000 exemplares vendidos em pouco mais de um ano prepara já um novo trabalho dedicado à poesia.

Paulo Sena é ainda fundador e administrador do conhecido grupo: “Academia dos Poetas” no Facebook onde dá voz e apoio a novos poetas.


POEMA IMAGEM


Passam as Ruas por Mim 
Autor Paulo Sena

POESIA
Edição: Novembro de 2018
Páginas: 104
Formato: 14,5 x 21cm
ISBN: 978-972-591-907-1
Preço: 12,00€

 

 

Do Tempo que Permanece

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FOTO AUTORAntónio Almeida, natural da ilha de São Vicente, nasceu a 10 de junho de 1953.

Dias após o seu nascimento, recolheu com a mãe à ilha vizinha de Santo Antão (Ponta do Sol), terra dos seus progenitores, onde viveu, cresceu e aprendeu valores como o respeito e amar o próximo.

Na adolescência, sob influência de uma prima do lado materno (Albertina Lima), que trabalhava para um casal português (Alferes João Coelho e esposa Fernanda Coelho); “Toni”, (apelidado assim carinhosamente pela família), juntou-se ao trabalho desta representação militar da brigada cartográfica como porta-mira e com eles partiu para São Nicolau.

Nove meses depois uma nova comissão, desta vez na ilha da Boa Vista, para além do salário, fora sempre tratado como um filho, entre muitas aprendizagens, sobressai a importância da pontualidade, diretriz ao respeito como valor recíproco.

Quando se deu o 25 de Abril de 1974, depois da sua experiência como recruta no Centro de Instrução do Morro Branco, embarcou para Lisboa, ainda como português da colónia.

Entrou nos quadros da empresa Carris de Ferro de Lisboa, inicialmente como cobrador dos autocarros e elétricos, depois como Guarda-Freio, o que permitiu-lhe conduzir todos os tipos de carros elétricos durante 22 anos, desempenhou também o cargo de controlador de tráfico, adquirindo assim uma vasta experiência e conhecimento, particularmente quando retomou os estudos em horário pós laboral, fazendo o curso geral de mecânica, na Escola Industrial Afonso Domingues e posteriormente concluiu o curso complementar na área de Letras no Liceu D. Dinis em Lisboa.

A sua carreira profissional, foi interrompida após ser atropelado em serviço no dia 13/04/2004, devido a este trágico acidente, viu-se obrigado a finalizar uma carreira laboral sólida e duradoura, em julho de 2006.


Homem muito solidário, onde sobressaem contributos aos conterrâneos das Ilhas de Cabo Verde, vivendo intensamente no domínio político e social, como diz por dever moral, tudo isto graças à família que constituiu como primeiros eleitos, depois o espírito de solidariedade ilimitada, com o lema: «Quem dá é que recebeu, quem recebeu é porque mereceu, são os pressupostos do Divino Tempo».

A cidade de Lisboa e a Carris, ficaram com a minha Juventude, mas, em contra partida deram-me tudo, já agora, “a cidade também tem cemitérios…”.

CABO VERDE TORNOU-SE UMA MÁ MÃE

PERANTE UMA RAZOÁVEL MADRASTA”


Do Tempo que Permanece 
Autor António Almeida

Memórias e Testemunhos
Edição: Outubro de 2018
Páginas: 376
Formato: 16 x 23cm
ISBN: 978-972-591-909-5
Preço: 18,00€

 

 

Mulheres Adultas

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Diana de Sousa nasceu em Lisboa em 1962. Tendo ficado órfã de pai aos quatro anos, é à sua mãe e às variadas amigas desta que deve uma infância e juventude felizes, graças também ao 25 de Abril, que muda o país e a história de quantos nele viviam. Tendo emigrado em 1994 para o estrangeiro com as suas filhas e companheiro, guardou sempre de Portugal, e dos anos em que se formou, uma saudade que a levou, numa idade já avançada, a escrever estas memórias como testemunho de gratidão, e lembrança, do tempo que cá passou.

Uma viagem à adolescência nos anos 70 em Portugal, através de um conjunto de mulheres que inspiraram e formaram a autora.

Uma homenagem à Mãe


Comentário/Crítica de uma primeira leitora:

Foi como se passasse duas horas num outro universo. Uma verdadeira volta ao passado. Recordei momentos da minha infância e juventude.

(…) Acordaste saudades que eu nem sabia que tinha. (…) Houve momentos em que me puseste a sorrir com a felicidade de ter conhecido as mesmas mulheres tão excecionais. Outras vezes, as tuas descrições puseram-me nostálgica a cada linha!…

(…) Gostei tanto de te ler. Lembraste-me imenso de uma geração onde sim me reconheço, o que afinal de contas não é habitual, pois longe de Portugal e de Lisboa as pessoas com que tenho cruzado são de mundos bem diferentes.”


 

Mulheres Adultas 
Autora Diana de Sousa

Romance Biográfico
Edição: Outubro de 2018
Páginas: 128
Formato: 14,5 x 21cm
ISBN: 978-972-591-906-4
Preço: 12,00€

 

 

O Verdadeiro Amor de M. Dias

 

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NOTA BIOGRÁFICA

Isabel Vila Pery nasceu em Vila Real, em 30 de Outubro de 1950.

O seu pai era funcionário público, pelo que aos três anos foi para S.Tomé e Príncipe e dois anos depois para Moçambique, onde viveu até 1977.

Possui formação universitária em engenharia e economia.

Teve os seus primeiros contos publicados em jornais, e mais recentemente, em 2011, participou em trabalhos colectivos de poesia e contos.

O seu primeiro trabalho de ficção, “Romance Depois dos 50” foi publicado em 2012 e o seguinte, intitulado “A Segunda Primavera” foi publicado em 2015.

Actualmente vive no Algarve.


NOTA de INTRODUÇÃO

O que move M. Dias, o amor ou a sua ambição de riqueza?

Nascido numa aldeia da serra, na primeira metade do século XIX, ainda criança aprende com seu avô a tornar-se um almocreve.

Até onde o levarão o amor e os seus talentos?


 

SINOPSE:

Durante várias gerações, na família de Miguel, o ofício de almocreve passava de pai para filho.

Contudo, o jovem Miguel não se contenta em ser almocreve. Após a morte da primeira mulher, para aliviar o desgosto da sua perda, dedica-se arduamente ao trabalho.

Numa conjuntura favorável, na segunda metade do século XIX, agarra todas as oportunidades de prosperar.

A sua capacidade de trabalho permite-lhe começar a enriquecer, o que lhe proporcionará uma vida de ostentação.

Que lugar tem o amor e a família no coração de Miguel?

Este romance, inspirado numa pessoa real, percorre a sua vida decorrida numa era de invenções e descobertas, as quais lançarão as bases para os avanços tecnológicos e científicos do século seguinte.


 

O Verdadeiro Amor de M. Dias 
Autora Isabel Vila Pery

Romance
Edição: Março de 2018
Páginas: 208
Formato: 14,5 x 21cm
ISBN: 978-972-591-895-1
Preço: 14,00€

 

 

Luz na Face

 

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Cláudio Cordeiro FOTOAUTOR: Cláudio Cordeiro

Nascido em Coimbra, natural de Mortágua, Cláudio Cordeiro é autor das seguintes obras:

  • Lágrimas da Alma”
  • Olhos de Terra”
  • Um Tudo Nada Água”

É também co-autor de várias Antologias.


FOTO POEMA


Luz na Face
Autor Cláudio Cordeiro

Poesia
Edição: Setembro de 2018
Páginas: 88
Formato: 14,5 x 21cm
ISBN: 978-972-591-902-6
Preço: 10,00€

 

 

LIVROS

O poeta e os outros poemas

Alberto Cuddel e os outros

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